BookaHolics From Hell: Capitulo 36

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sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Capitulo 36

Eu frequentemente sonhava que estava acordando com Dimitri, acordando de uma forma que era. . . maravilhosa. Doce. Não é porque estavamos às pressas tentando pegar no sono antes de lutar contra o nosso próximo inimigo. Não é porque estávamos nos recuperando do sexo que fizemos, um sexo carregado de bagagens e complicações inumeráveis. Eu só queria acordar junto, nos braços, e que esse seja um bom dia.
Hoje foi aquele dia.
 
"Há quanto tempo você está acordado?" Perguntei sonolenta. Minha cabeça estava sobre seu peito, e eu estava enrolada nele da melhor forma que pude. Minhas feridas estão cicatrizando rapidamente, mas eu ainda tinha de ser mimada. Nós encontramos algumas soluções criativas na noite passada. A luz do sol agora entrava através das janelas, enchendo o meu quarto com ouro.
Ele estava me observando, daquela sua forma silênciosa, com aqueles olhos escuros que eram tão fáceis de se perder. "A pouco de tempo", ele admitiu, levantando seu olhar para a janela repleta de sol. "Eu acho que ainda estou com uma programação humana. Ou isso, ou o meu corpo só quer estar de pé quando o sol também estiver. Vê-lo ainda é surpreendente para mim."
 
Eu segurei um bocejo. "Você deveria ter se levantado."
 
"Eu não queria incomodar você."
 
Corri meus dedos sobre seu peito, suspirando de contentamento. "Esta é a perfeição", eu disse. "E todo dia vai ser assim?"
 
Dimitri descansou a mão no meu rosto e depois virou para baixo, levantando meu queixo. "Não todos os dias, mas na maioria deles."
Nossos lábios se encontraram, o calor e a luz da sala empalideceram comparado com o que queimou dentro de mim.

"Eu estava errada, eu murmurei quando nós finalmente quebramos o longo beijo. "Esta é a perfeição."
 
Ele sorriu, algo que ele estava fazendo muito ultimamente. Eu adorei. As coisas provavelmente mudariam assim que estivessemos de volta ao mundo. Mesmo que estivéssemos juntos agora, o lado Guardião de Dimitri estaria sempre lá, pronto e vigilante. Mas não agora. Não neste momento.
 
"Qual é o problema?" Ele me perguntou.
 
No começo, percebi que ele começou a olhar sério. Tentei relaxar meu rosto. Do nada, as palavras de Adrian voltaram para mim, que a próxima vez que eu estivesse na cama com Dimitri, eu deveria pensar em outros que não estavam tão felizes.
 
"Você acha que eu arruino vidas?" Eu perguntei.
 
"O quê? Claro que não." O sorriso mudou para choque. "De onde é que você tirou essa idéia?"
 
Eu encolhi os ombros. "Há apenas um monte de pessoas cujas vidas ainda estão em uma espécie de confusão. Meus amigos, quero dizer."
 
"Na verdade," ele disse. "E deixe-me adivinhar. Você quer arrumar os problemas de todos."
Eu não respondi
Dimitri me beijou novamente. "Roza" disse ele, "É normal querer ajudar as pessoas que você ama. Mas você não pode consertar tudo."
 
"É o que eu faço", eu falei, me sentindo um pouco petulante. "Eu protejo as pessoas."
"Eu sei, e isso é uma das razões que eu amo você. Mas, agora, você só tem que se preocupar sobre como proteger uma pessoa: Lissa."
 
Deitei-me contra ele, percebendo que meus ferimentos foram realmente melhorando constantemente. O meu corpo seria capaz de fazer todos os tipos de coisas em breve. "Suponho que isso significa que não podemos ficar na cama o dia todo?" Perguntei esperançosa.
"Acho que não", disse ele, correndo levemente as pontas dos dedos ao longo da curva do meu quadril. Ele não parecia se cansar nunca de estudar o meu corpo. "Eles vêm em primeiro lugar."
 
Eu trouxe a minha boca na direção dele. "Mas não por pouco tempo."
 
"Não", ele concordou. Sua mão deslizou até a parte de trás do meu pescoço, pendurada no meu cabelo enquanto ele me aproximou dele. "Não por pouco tempo"
 
Eu nunca tinha assistido a uma coroação real antes, e honestamente, eu esperava que nunca mais assistisse. Eu só queria que houvesse uma única votação para rainha em toda a minha vida.
 
Misteriosamente, a coroação era uma espécie de oposto do funeral de Tatiana. Qual era o velho ditado? A rainha está morta. Vida longa a rainha.
É costume o próximo monarca passar a primeira parte do dia de coroação na igreja, provavelmente para orar por orientação, força, e todas essas coisas espirituais. Eu não tinha certeza o que o costume fazia no caso dos monarcas ateus. Provavelmente eles fingiam. Já Lissa, que era bastante devota, eu sabia que não era um problema e que ela provavelmente estava orando de verdade, ela vai fazer um bom trabalho como rainha.
 
Após a vigília, Lissa e uma enorme procissão caminharam de volta através da Corte para o prédio do palácio, onde a coroação ocorreu.
 
Representantes de todas as famílias reais se juntaram a ela, junto com os músicos que tocavam músicas muito mais alegres do que tinham tocado para a procissão de Tatiana. Os Guardiões de Lissa, - ela tinha uma frota agora - andavam com ela. Eu estava entre eles, usando o meu melhor em preto e em branco, inclusive a gola vermelha me marcando como uma Guardião real. Aqui, pelo menos, havia uma diferença notável em relação ao funeral. Tatiana estava morta, seus Guardiões foram para o show. Lissa estava muito viva, e mesmo que ela ganhou a votação do Conselho, ela ainda tinha inimigos.
 
Meus colegas e eu estávamos em estado de alerta.
 
Não que você pensaria que precisavamos estar, não com a forma como os espectadores aplaudiram. Todos aqueles que tinham acampado durante os testes e eleição haviam ficado para esta fanfarra, e ainda tinha aparecido mais. Eu não estava certa se já houve tantos Moroi em um só lugar.
 
Depois da caminhada longa e sinuosa que Lissa fez para o prédio do palácio , eles esperaram em uma pequena antecâmara adjacente ao que servia como a sala do trono Moroi. A sala do trono quase nunca era utilizada para os negócios modernos, mas de vez em quando, - como uma nova
rainha tomando posse, - os Moroi gostavam de retirar as antigas tradições. O quarto era pequeno e não caberiam todas as testemunhas que estavam do lado de fora. Ele não conseguia se quer suportar a procissão inteira. Mas, o Conselho e a mais alta patente de membros da realeza estavam lá, juntamente com alguns seletos convidados de Lissa.
 
Eu fiquei fora, ao lado, observando o glamour ostentado. Lissa ainda não fez sua entrada triunfal, então havia um zumbido baixo de conversa. A sala estava toda verde e ouro, foi dada uma remodelada profunda e rápida nos últimos dias, o cotume diz que as cores da família que governa dominam a sala do trono. O próprio trono sobe alto contra a parede mais distante, acessível por degraus. Esculpido de madeira que eu não podia identificar, eu sabia que o trono havia sido carregado por todo o mundo pelos monarcas Moroi por séculos. As pessoas estavam se alinhando em posições cuidadosamente atribuídas, se preparando para quando Lissa entrasse. Estava estudando um dos lustres, admirando o quão realista pareciam as “velas” nele. Eu sabia que eram elétricas, mas os artesãos fizeram um trabalho incrível. Tecnologia mascarada com a glória do velho mundo, bem como os Moroi gostam. Um pequeno cutucão desviou minha atenção.
“Ora, ora,” eu disse. “Se não são as pessoas responsáveis por soltar Rose Hathaway no mundo. Vocês têm muito para reponder.”
Meus pais ficaram em pé diante de mim com suas vestes típicas e contrastantes. Minha mãe vestia a mesma roupa de guardião que eu, uma camisa branca com calças pretas. Abe estava... bem, Abe. Um terno risca de giz preto, com uma camisa social também preta por baixo. Borrifada contra a escuridão estava uma brilhante, uma gravata de paisley amarelo-limão. Um lenço de mão combinando saltava de um dos bolsos do paletó. Além de seus brincos dourados e correntes, ele também usava um chapéu preto, o que era uma nova adição ao seu guarda roupa estranho. Acho que ele quis mostrar tudo em um evento como esse, e pelo menos não era um chapéu de pirata.
“Não nos culpe,” disse minha mãe. “Nós não explodimos metade da Corte, roubamos uma dúzia de carros, chamamos um assassino no meio da multidão, ou fizemos de nossa amiga adolescente uma rainha coroada.”
“Na verdade,” disse Abe, “Eu explodi metade da Corte.”
Minha mãe o ignorou, sua expressão suavizando enquanto ela me estudava com seus olhos de guardiã. “Sério... como você se sente?” Eu os vi apenas brevemente nos dias desde que acordei, só o bastante para todos nós vermos se estavamos bem. “Você está fazendo muito estando de pé hoje. E eu já disse a Hans pra não te deixar em turno integral por enquanto.”
Foram as coisas mais maternais que eu já a ouvi dizer. “Eu... eu estou bem. Muito melhor. Eu poderia entrar em turno integral agora mesmo.”
“Você não fará tal coisa,” ela disse, no tom exato que ela usaria para dar ordens a uma tropa de guardiões.
“Pare de mimá-la, Janine.”
“Não a estou mimando! Estou cuidando dela. Você a está corrompendo!”
Eu olhei para eles em espanto. Não sabia se estava testemunhando uma briga ou preliminares de uma. Eu não estava assustada com nenhuma das opções. “Tá, tá, apenas se afastem. Eu sobrevivi, certo? É isso o que conta.”
“É,” disse Abe. Ele de repente parecia muito fraternal, o que me assustou muito mais do que o comportamento da minha mãe. “E apesar da destruição de propriedade e lista da leis quebradas que você deixou, estou orgulhoso de você.” Eu suspeitava que, secretamente, ele estava orgulho por causa dessas coisas. O comentário do meu interior cínico foi calado quando minha mãe concordou.
“Estou orgulhosa também. Seus métodos não foram... ideais, mas você fez algo grande. Grandes coisas, na verdade. Encontrar o assassino e Jill.” Eu a notei cuidadosamente pronunciando “o assassino”. Eu acho que ainda era dificil para todos nós aceitar a verdade sobre Tasha. “Muita coisa vai mudar por causa de Jill.”
Todos nós olhamos para o trono. Ekaterina estava de pé de um lado, pronta com o livro dos votos reais. O outro lado era onde os membros da família do monarca ficava – mas apenas uma pessoa estava ali. Jill. Alguém fez um bom trabalho em limpá-la. Seu cabelo ondulado foi elaboradamente estilizado e preso, e ela vestia um vestido na altura dos joelhos, com um colarinho largo, mal mostrando seus ombros. O corte do vestido a deixou mais magricela, e o cetim verde escuro ficou ótimo com suas feições. Ela estava ereta, queixo erguido, mas havia ansiedade por ela toda, deixando mais óbvio que ela estava notávelmente sozinha.
Olhei de volta para Abe, que encontrou meus olhos com expectativa. Tinha muitas perguntas pra ele, e ele era um dos poucos que talvez me contasse a verdade. A questão era: quais perguntas fazer? Era como ter um gênio. Eu só teria um tanto de desejos.
“O que vai acontecer com Jill?” perguntei por fim. “Ela vai simplesmente voltar pra escola? Eles vão treiná-la pra ser uma princesa?” Lissa não poderia ser princesa e rainha, então seu velho titulo iria para a próximo membro mais velho da familia.
Abe não respondeu por alguns segundos. “Até que Lissa possa mudar a lei – e esperançosamente, ela irá – Jill é tudo o que a permite manter o trono. Se algo acontecer com Jill, Lissa não será mais rainha. Então. O que você faria?”
“Eu a manteria a salvo.”
“Então, você tem a sua resposta.”
“O sentido é meio amplo,” disse. “’Segura’ pode significar muita coisa.”
“Ibrahim,” advertiu minha mãe. “Basta. Não é o momento e nem o lugar.”
Abe segurou meu olhar por mais um tempo e então sorriu facilmente. “Claro, claro. Este é um encontro familia. Uma celebração. E olhe: aqui está o nosso mais novo membro.”
Dimitri tinha se juntado a nós e se vestia de preto e branco como minha mãe e eu. Ele ficou ao meu lado, notávelmente sem me tocar. “Sr. Mazur.” Ele disse cumprimentando educadamente com um aceno de cabeça para os dois. “Guardiã Hathaway.” Dimitri era sete anos mais velho do que eu, mas aqui, encarando meus pais, ele parecia ter dezesseis e pronto para me levar para um encontro.
“Ah, Belikov,” disse Abe, apertando a mão de Dimitri. “Estava esperando nos esbarrarmos. Eu realmente gostaria de te conhecer melhor. Talvez possamos reservar algum tempo pra conversar, aprender mais sobre vida, amor, etc. Você gosta de caçar? Você parece um caçador. Isso é o que devemos fazer algum dia. Eu conheço um lugar legal na mata. Bem, bem longe. Nós podemos fazer um dia. Eu certamente tenho muitas perguntas a te fazer. Muitas coisas que eu gostaria de te dizer, também.”
Eu lancei um olhar aterrorizado para minha mãe, implorando silenciosamente para que ela parasse isso. Abe passou um bom tempo conversando com Adrian quando nós saímos, explicando em detalhes vividos e nojentos exatamente como Abe esperava que sua filha fosse tratada. Eu não queria Abe levando o Dimitri sozinho para a vida selvagem, especialmente se armas de fogo estavam envolvidas.
“Na verdade,” disse minha casualmente. “Eu gostaria de ir junto. Também tenho um numero de perguntas – especialmente sobre quando vocês dois voltaram para a St. Vladimir.”
“Vocês não têm algum lugar pra ir?” eu perguntei rapidamente. “Estamos prestes a começar.”
Aquilo, pelo menos, era verdade. Quase todo mundo estava em formação, e a multidão estava quieta. “Claro,” disse Abe. Para minha surpresa, ele deu um beijo na minha testa antes de se afastar. “Estou feliz que você esteja de volta.” Então, com uma piscadela, ele disse para Dimitri: “Ansioso para nossa conversa.”
“Corra,” eu disse quando eles se foram. “Se você fugir agora, talvez eles não notem. Volte para a Sibéria.”
“Na verdade,” disse Dimitri. “Estou certo de que Abe notaria. Não se preocupe, Roza. Não estou com medo. Vou aceitar qualquer comentário hostil que eles tenham a me dar por estar com você. Vale a pena.”
“Você realmente é o homem mais corajoso que eu conheço,” disse a ele.

Ele sorriu, sesu olhos indo para uma pequena comoção na entrada do salão. "Parece que ela está pronta", ele murmurou.
"Espero que eu esteja," eu sussurrei de volta.
De forma gradiosa, um arauto (*tipo um mensageiro) trouxe a atenção do salão. Se fez um perfeito silencio. Não se podia ouvir nem a respiração.
Lissa entrou, e mesmo que eu a tenha visto a menos de meia hora atrás, eu perdi meu folego. Ela estava usando um vestido formal, mas mais uma vez se esquivou das mangas. Sem duvida a costureira teve que fazer uns ajustes. O vestido era longo, com uma saia de seda e camadas de chiffon que balançavam em torno de Lissa enquanto ela caminhava para frente. O tecido era igual seus olhos de Jade, como a parte de cima do vestido, com uma gola que dava a impressão de ser um colar. Combinando com o cinto do vestido coberto de esmeraldas e braceletes que completavam o look. Se ucabelo estava solto, escovado para brilhar, uma perfeição platinada, como uma própria aura.
Christian andava ao seu lado, um contraste com seu cabelo e roupa preta. O s costume estavam mudando significativamente hoje desde que normalmente seria um membro da Familai a escoltado Lissa, mas...bem, estava meio que faltando isso para ela. Até mesmo eu tive que admitir que ele estava bonito, e seu amor e orgulho por ela espelhados em seu rosto - não impotando quais sentimentos perturbados ele estivesse tendo em relação a Tasha. Lorde Ozera, eu me lembrei. Eu tive um pressentimento de que esse titulo se tornaria cada vez mais importante agora. Ele levou Lissa até a base do Trono e então se juntou ao resto da Familia Ozera junto da multidão.
Ekaterina fez um pequeno gesto em direção de um enorme travesseiro de cetim na frente dos degraus. "Se ajoelhe".
Houve uma rápida hesitação da parte de Lissa, que eu acho eu só eu percebi. Mesmo sem o laço, eu estava tão sintonizada com seus gestos e pequenas ações que eu podia perceber essas coisas. Seus olhos foram para Jill. A expressão da Lissa não mudou, e foi tão estranho não saber seus sentimentos. Eu podia fazer alguns palpites. Incerteza. Confusão.
De novo - a pausa foi só um momento maior. Lissa se ajoelhou, artisticamente espalhando espalhando a saia em torno dela. Ekaterina sempre tinha aprecido tão fragil e enrugada naquela sala de testes, mas enquanto ela ficava de pé com o Livro Antigo de Coroação Moroi, eu podia sentir um poder ainda dentro da Ex-Rainha.
O livo estava em Romeno, mas Ekaterina traduziu sem esforço enquanto ela o lia alto, começando com um discurso sobre o que era esperado de um Monarca e então indo apra os votos que a Lissa tinha que jurar.
"Você irá servir?"
"Você irá proteger seu povo?"
"Você será justa?"
Eram 12 ao todo, e Lissa teve que responder "Eu irei" trÊs vezes para cada um: em Inglês, em Russo, e em Romeno. Não ter o laço para confirmar seus sentimentos ainda era estranho, mas eu podia ver em seu rosto que ela quis mesmo dizer cada palavra. Quando essa parte terminou, Ekaterina chamou Jill para frente. Des a ultima vez que tinha percebido a garota, alguém a tinah dado a coroa para segurar. Tinha sido customizada para Lissa, uma peça de ouro braco e amareloentrelaçada com esmeraldas e diamantes. Complementava seu traje, e, eu percebi de súbito, Jill também.
Outra tradição era de que o Monarca devia ser coroado por um membro da família, e foi isso que foi dado para Jill. Eu podia ver suas mãos tremendo enquanto ela colocava a jóia na cabeça de sua irmã, e seus rostos de encontraram rapidamente. Um flash de emoções conflituosas passaram pelos olhos de Lissa mais uma vez, indo rápido assim que Jill saiu de perto e o peso da cerimonia tomou o primeiro plano.
Ekaterina levantou sua mão para Lisa. "Levante," ela disse. "Você nunca mais irá se ajolehar para alguém." Segurando a mão de Lissa, Ekaterina virou assim as duas podiam encarar o resto de nós no salão. Com uma voz surpreedente para seu pequeno corpo, Ekaterina declarou, "Rainha Vasilisa Sabina Rhea Dragomir, primeira de seu nome."
Todos na sala - tirando Ekaterina - se ajoelhou, cabeças baixas. Apenas alguns segundos se passaram antes de Lissa dizer, "Levantem-se". Me disseram que estava nos "critérios" dos Monarcas (*me desculpem, mas não achei uma melhor tradução). Alguns Reis e Rainhas novos gostavam de fazer os outros se ajoelharem bom um longo tempo.
Papelada seguida, que todos assistimos respeitosamente. Basicamente, era Lissa assinando para dizer que ela tinha sido feita Rainha enquanto Ekaterina a algumas testemunhas assinavam que eles tinham visto isso acontecer. Eram três copias no papel ornamento que os Moroi tanto amavam. Um deles era timbrado num papel branco, que iria para os Alquimistas.
Quando as assinaturas estavam acabadas, Lissa tom ou seu lugar no trono, e vendo ela subir aqueles degraus foi de tirar o folego, uma imagem que ficará comigo apra o resto da minha vida. O salão irrompeu em aplausos e palmas quando ela se sentou na cadeira ornamentada. Até mesmo os guardiões, que normalmente ficavam tão sérios, se juntaram aos aplausos e celebração. Lissa sorriu para todo mundo, escondendo qualquer traço de ansiedade que sentia.
Ela escaneou o salão, e seu sorriso ampliou quando ela viu Christian. Então ela me procurou. Seu sorriso para ele tinah sido carinhoso; o meu foi um pouco engraçado. Eu sorri devolta, imaginando o que ela diria se pudesse.
"O que é tão engraçado?" perguntou Dimitri, olhando para mim com divertimento.
"Estava apenas pensando no que Lissa diria se ainda tivéssemos o laço."
Numa quebra muito feia do protocolo de guardião,ele pegou minha mão e me puxou em direção a ele. "E?" perguntou ele, me envolvendo num abraço.
"Eu acho que ela perguntaria, 'No que nós nos metemos'?"
"E qual é a resposta?" seu calor estava todo ao meu redor, assim como seu amor, e de novo, eu senti aquela plenitude. Eu tinha aquela parte perdida de mim de volta. A alma que complatava a minha. Minha combinação. Meu igual. Não apenas isso, eu tinah minha vida de volta - minha própria vida. Eu iria proteger a Lissa, eu iria servir, mas eu era finalmente eu mesma.
"Eu não sei," eu disse, inclinando-me para seu peito. "Mas eu acho que será bom."

FIM

T.T

Traduzido por Nah e Mandy e Finti